1. Percepção e Reconhecimento

Os desenhos apresentados correspondem a uma colaboração inicial de:
José Manuel Barbosa (2000 até 2024)
Armando Ferraz (2010 até 2022), Luís Lima (2010 até 2020), Marco Mendes (2010 até 2016), Nuno Sousa (2010 até 2022), Isabel Carvalho (desenhos referentes ao período de 2004 a 2007)
e José Maria Lopes (coordenador da UC de Desenho.

mais tarde juntaram-se:
Filipe Matos (2021 até 2022), Jorge Abade (2018 até 2022), Ricardo Leite (2020 até 2022)
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Se utilizar imagens aqui apresentadas deve indicar a fonte.
(autor do desenho e Desenho1FAUPBlogspot.com)
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1ª Fase – Percepção e Reconhecimento
Das pessoas, dos objectos, do espaço interior e da paisagem urbana.
Iniciação do contacto com o universo do desenho, dos métodos, dos ritmos e dos procedimentos.
- Introdução à percepção, à prática do ver e à sua consciencialização;
- As características da visão e as técnicas de representação;
- A estrutura, medida, e proporção das formas
- O espaço - os sistemas de representação e os métodos empíricos
- As características morfológicas, as interacções e as qualidades do espaço
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«Olha com atenção para o que vais ver, não é o mesmo que já viste.» Leonardo da Vinci
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Vídeo do arquitecto paisagista Laurie Olin acerca do desenho
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+ exemplos  ÁRVORES 1
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27. 10. 2014
Afonso Romana, 2008, A4
Madalena Vidigal, A4, 2011














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«É preciso ter o compasso nos olhos». Michelangelo Buonarroti.
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+ exemplos ▷ ÁRVORES 2
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Nuno Sarmento, A3, 2014
João Lago, 2009











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Las meditaciones de Palomar 

«(…) siempre le ha ocurrido que ciertas cosas —una pared de piedra, una conchilla, una hoja, una tetera  — se le presenten como solicitándole una atención minuciosa y prolongada: se pone a observarlas casi sin darse cuenta y su mirada comienza a recorrer todos los detalles y no consigue desprenderse de ellos. El señor Palomar ha decidido que en adelante redoblará su atención: primero, no pasando por alto esos reclamos que le llegan de las cosas; segundo, atribuyendo a la operación de observar toda la importancia que merece. (…)»
Calvino, Italo. “Palomar.”
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+ exemplos  OBJECTOS
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Ákos Szabó1,  A3, 2014
Fernando Pimenta, A3, 2012










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«Desenhar é tão natural como respirar». Fernando Távora
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+ exemplos  CADEIRAS 1
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André Cardoso, A4, 2008
Eduardo Costa, A3, 2003














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+ exemplos  CADEIRAS 2
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Ákos Szabó, A3, 2014
Sara Amorim, A3, 2007














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«O desenho é a raiz de todas as ciências» Francisco de Holanda (1517-1585)
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+ exemplos ▷ CAIXAS 1
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A3, (?)
A3, (?)
Cintia Pires, A4, 2006














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+ exemplos ▷ CAIXAS 2 + Peças Curvas
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2014-2015
Bruno, A3, 2010
Sara Amorim, A3, 2007














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+ exemplos ▷ CAIXAS 3 + Panejamento
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Beatriz Freitas, A5, 2014
Rui Pestana, A4, 2011














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+ exemplos ▷ CAIXAS 4 ...
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Kendall, grafite, A3, (?)
Alexandre Marques, A3, 2014
Kendall, grafite, A3, (?)
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«Entonces, ¿dónde reside la clave del misterio? Pues bien, voy a traicionar el secreto: mirándolo bien no es sino la magia de la sombra; expulsad esa sombra producida por todos esos recovecos y el toko no ma enseguida recuperará su realidad trivial de espacio vacío y desnudo. Porque ahí es donde nuestros antepasados han demostrado ser geniales: a ese universo de sombras, que ha sido deliberadamente creado delimitando un nuevo espacio rigurosamente vacío, han sabido conferirle una cualidad estética superior a la de cualquier fresco o decorado (...)»
Tanizaki, Jun’ichirô. “El elogio de la sombra.”
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PERSPECTIVA FAUP
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+ exemplos ▷ "PISCINA" (exterior)
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Madalena Vidigal, A4, 2011











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+ exemplos ▷ ÁTRIO do MULTIBANCO
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Bruno Silva, A5, 2014
Afonso Romana, A3, 2008
João Oliveira, A3, 2012














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É a «mão [que] capta a qualidade física e a materialidade do pensamento e a converte numa imagem concreta». 
Juhani Pallasmaa
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+ exemplos ▷ PÁTIO da REPROGRAFIA (exterior)
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Cristiano Silva, A3, 2016-2017














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+ exemplos ▷ ALPENDRE INFERIOR (exterior)
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Maria Mendonça, A3, 2012
Afonso Romana, A4, 2008
Afonso Romana, A4, 2008











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+ exemplos ▷ ÁTRIO da SECRETARIA e RAMPAS
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Ákos Szabó, A3, 2014
Afonso Romana, A4, 2008
Maria Mendonça, A3, 2012











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+ exemplos ▷ ÁTRIO do CONSELHO EXECUTIVO
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Inês Álvaro, A3, 2015-2016











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«a cabeça tão pouco é o único lugar de pensamento cognitivo, uma vez que os nossos sentidos e todo o nosso ser corporal, estruturam, produzem e armazenam diretamente conhecimento existencial silencioso» 
Juhani Pallasmaa

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+ exemplos ▷ ÁTRIO do JANELÃO
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Giulia Piazza, A3, 2016-2017














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+ exemplos ▷ ÁTRIO da BIBLIOTECA ...
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A3, (?)
Patricia Barbosa, A3, grafite











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«Todas as formas artísticas – como a escultura, a música, o cinema e a arquitetura – constituem modos específicos de pensamento; representam modos de pensamento sensorial e corporal característicos de cada um dos meios artísticos. Estes modos de pensamento são imagens da mão e do corpo e exemplificam o conhecimento existencial essencial. Em vez de ser uma mera estetização visual, a arquitetura, por exemplo, constitui uma maneira de fazer filosofia existencial e metafísica mediante o espaço, a estrutura, a matéria, a gravidade e a luz. A arquitetura profunda, não só embeleza os cenários do habitar: os grandes edifícios articulam a nossa própria experiência» 
Juhani Pallasmaa, La mano que piensa – sabiduría existencial y corporal en la arquitectura.

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+ exemplos ▷ CARLOS RAMOS (exterior)
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24.11.2014
Ákos Szabó, A4, 2014-2015














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+ exemplos ▷ RAMPAS, PÁTIOS e TORRES (exterior)
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A3, (?)
Bruno Silva, A3, 2014











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+ exemplos ▷ ALPENDRE SUPERIOR - bar
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Inês Álvaro, A3, 2015-2016











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«O desenho é a representação bidimensional de imagens, realizada com a mão, da maneira mais elementar, mais simples e complexa possível».
Joaquim Pinto Vieira
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